22 de abril de 2018

20 de abril de 2018

The Walks apresentam novo single "Sunny Side Up"

“Sunny Side Up” é a primeira amostra do sucessor de “Fool’s Gold” (2015), primeiro longa duração de The Walks.

A banda de Coimbra apresentou-se em 2014 com “R”, o EP de estreia, de onde saíram temas como “Backfire” e “Redefine” (tema incluído na colectânea Novos Talentos FNAC) e “Fool’s Gold” em 2015, listado pela Antena 3 como um dos 30 melhores álbuns nacionais do ano.

Gonçalo Carvalheiro, John Silva, Miguel Martins, Nelson Matias e Tiago Vaz, regressam agora aos discos com a edição de um novo trabalho, ainda sem título.


A antever pelo single de avanço, o disco revela uma nova identidade sonora da banda. Em “Sunny Side Up” ritmos ondulantes e dançáveis com uma forte presença de elementos de percussão, guitarras coloridas e uma voz hipnótica servem de pano de fundo a uma mensagem irónica entre a utopia individual e a realidade. O vídeo que acompanha o single tem produção e realização do colectivo criativo Flaming Acid.

Com edição marcada para Setembro de 2018 a cargo da Lux Records, o álbum foi gravado e produzido nos BlackSheep Studios.

[Comunicado de imprensa]

7 de abril de 2018

Sérgio Godinho: concerto em Sintra com Márcia e David Fonseca

Em registo de apresentação do novo álbum, Sérgio Godinho convidou para o espectáculo que realizará no próximo dia 20 de Abril no Centro Cultural Olga Cadaval, dois dos seus cúmplices de criação de “Nação Valente” – Márcia e David Fonseca.


Para “Nação Valente”, David Fonseca contribui com a composição de “Grão da mesma mó”, o tema que abre o disco e um dos favoritos do público. Já Márcia viu uma das suas canções ser “apropriada” por Sérgio Godinho - originalmente incluído no disco “Casulo”, “Delicado” desde cedo despertou a atenção de Sérgio Godinho, não sendo por isso uma surpresa escutar esta canção em “Nação Valente”.


Será um privilégio para os que se deslocarem ao Olga Cadaval assistir ao encontro em palco de três gerações de cantautores nacionais – com Márcia, uma cumplicidade iniciada quando versionou para o disco “Voz & Guitarra” o original de Sérgio “Às vezes o amor”; com David, a celebrar 20 anos, quando do aparecimento dos Silence 4, banda com a qual a colaboração à época, se estendeu por partilhas de autorias e participações em concertos

Já “Nação Valente” vai prosseguindo o seu percurso comercial com assinalável destaque mantendo-se esta semana no Top Ten, em sexto lugar, confirmando que também o público encontra em “Nação Valente” um dos seus melhores discos de sempre.

[Comunicado de imprensa]

6 de abril de 2018

Foreign Poetry: primeiro single e estreia ao vivo no NOS Primavera Sound

Os Foreign Poetry são Danny Geffin e Moritz Kerschbaumer. Danny é inglês, Moritz austríaco e ambos tocam vários instrumentos e escrevem canções. Conheceram-se em Londres, durante o verão de 2011, quando tocavam em projetos diferentes mas se cruzaram na mesma noite no The Ritzy, em Brixton - Moritz com Luís Nunes, mais conhecido por (Walter) Benjamin e Danny como metade dos Geffin Brothers. Moritz e Benjamin produziram o EP homónimo destes últimos e acabaram por tornar-se autónomos e tocar regularmente juntos numa banda de quatro elementos. Depois de alguns obstáculos e decisões de vida, as bandas separaram-se e seguiram a sua vida.


Os Foreign Poetry nasceram na produção de um EP de material de Danny, que nunca chegou a ser editado, resultado de muitas horas de trabalho com Moritz. Um dia, no inverno de 2016, Moritz envia a Danny duas ideias para canções nas quais andava a trabalhar e este retribui dias depois devolvendo-as cheias de ideias novas. Este encontro tornou-se num hábito, as ideias de ambos começaram a andar para trás e para a frente e ao fim de 12 meses neste sistema de trabalho, com alguns dias passados no estúdio por mês, destas canções nasceu uma continuidade e um caráter próprios. E a forma de um disco tornou-se evidente. A última peça no puzzle foi o polimento destas sessões nos estúdios da Pataca Discos, em Lisboa, onde o disco ganhou novas e belas texturas. E a magia que alguns amigos músicos acrescentaram na gravação: Anna Louisa Etherington (violino), Alice Febles Padron (coros), Luís (W. Benjamin) Nunes (bateria, percussão e coros) e Tony Love (bateria).

Grace and Error on the Edge of Now é baseado numa história verdadeira. Uma brisa de sons confortáveis, uma viagem melancólica, relaxada, mas poderosa, sempre esperançada e inspirada. Escorregamos para dentro do disco, ele abraça-nos à chegada e fica connosco depois. Viajamos recostados nas suas orquestrações complexas e cuidadas, ao mesmo tempo descomplexadas e desarmantes, emocionantes e contemplativas. São paisagens sonoras com vistas largas. Sente-se Arthur Russell, Beck ou Surfjan Stevens, ombros encostados a Grizzly Bear, Alt-J, Tame Impala ou The National, mas nunca reclama familiaridade nem se perde em pastiches. Há tantos detalhes dentro destas canções que não têm tempo nem espaço, soam a algo maior e iluminado. Cheias de curvas, saltos, recantos, arestas, diferentes cores e pesos, podem ser nuvens de algodão ou caves recolhidas, mas sempre profundas, trabalhadas, iluminadas e frescas como uma janela acabada de abrir.

“O álbum é um conjunto de meditações sobre antigas práticas espirituais, a tensão entre fervores políticos divergentes, a celeridade tecnológica e o seu impacto humano, a disseminação da informação e as mudanças na nossa consciência, a doutrinação da juventude, a passagem pela adolescência e o medo de voar. O conteúdo é abstrato, tanto quanto é específico, nos temas centrais e inerentes ao estarmos vivos. Obscuro, mas de certa forma familiar no seu core, este álbum é uma viagem em aberto”, descreve Danny.

Sparks é o primeiro single da dupla.



A banda estreia-se ao vivo no festival NOS Primavera, a decorrer no Parque da Cidade, Porto, Portugal, entre 7 e 9 de junho de 2018.

[Comunicado de imprensa]

5 de abril de 2018

Budda Power Blues e Maria João apresentam Blues Experience em Sintra

É já no próximo sábado, 7 de abril, que Budda Power Blues e Maria João sobem juntos ao palco do Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

Após alguns concertos juntos, Budda Power Blues e Maria João decidem unir esforços e talentos na criação de um disco "a dois". Budda assume as composições e letras e Maria João empresta a voz e todo o seu talento, para um disco entitulado Blues Experience. Trata-se exactamente de uma experiência no mágico universo dos Blues onde Maria João deixa cair o seu registo icónico para se apoderar das canções e dar vida às letras, muitas das vezes em dueto com Budda, considerado o melhor músico de Blues do país.


A rudeza de Budda Power Blues alia-se à delicadeza de Maria João, encontrando-se algures num meio termo para criar uma sonoridade própria e especial.
Falamos de um disco de Blues, mas desengane-se quem possa pensar que se trata de um exercício de estilo. Trata-se de Blues do século XXI, amplamente influenciado por todas as sonoridades que fazem parte do quotidiano de Maria João, Budda, Nico Guedes e Pedro Ferreira, os quatro intervenientes deste disco.
Composto por 10 canções que versam sobre assuntos muito pessoais e frequentemente autobiográficos, "Blues Experience" é um disco que percorre várias linguagens dos blues , resultado do desafio lançado por Budda a Maria João.

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31 de março de 2018

Bed Legs apresentam novo disco com "Spillin' Blood"

Um autêntico diário. Música embebida, entornada e enrolada em melodias que despertam a maior das emoções e sensações, numa roda-viva que brota vivências por todos os lados.

É assim com Bed Legs. Na verdade, não há meio-termo. Sempre no limite da navalha, do rasganço, perfilam-se na dianteira do mundano, do profano, e não rejeitam atirar-se para um precipício melancólico, se assim tiver de ser.

Assim se cozem algumas das linhas deste diário musical da banda composta por Fernando Fernandes (voz), Tiago Calçada (guitarra), Hélder Azevedo (baixo), David Costa (Bateria) e Leandro Araújo (teclas). O intenso cheiro a rock ‘n’ roll, deveras vivido e desejado, viaja de braço dado com essências sonoras de outras épocas, tudo majestosamente pincelado e abençoado pela orla do rhythm and blues.


Neste “Bed Legs” ouvem-se melodias de chamamento à liberdade individual; revelam-se riffs da melhor classe stoner; há apelos à dança desenfreada; contam-se histórias de resiliência e de resistência; pede-se ajuda à alma gémea ou uma entidade superior; há uma vontade intrínseca de estradear, dobrar e desordenar. É viver e desejar ser vivido; é desejar e viver desejado.

Gravado na Mobydick Records, com o apoio do GNRation, por Budda Guedes e masterizado por Frederico Cristiano “Fred”, neste registo espontâneo abundam a soltura dos teclados e do baixo, a riqueza dos ecos das guitarras e da bateria multi-ritualista; a revelação fica totalmente completa através da letra e voz, num delicioso frenesim que inebria o mais puro dos seres.



O primeiro single "Spillin' Blood", primeira faixa do disco e também a primeira a ser composta para este álbum, tem videoclip realizado, editado e co-produzido por João Martins (aka MOCA), artista plástico de eleição da banda, com quem já colaboram desde o primeiro EP no artwork, capas, símbolos, letterings, etc. É um tema que começa com um som eléctrico, ritmado e em loop constante que, musicalmente, afirma uma nova estética sonora com a introdução do novo membro, Leandro Araújo nos teclados, que já tinha participado num tema do EP e em 2 de “Black Bottle” e agora é parte integrante da banda. Os Bed Legs são agora um quinteto.
[Comunicado de imprensa]

20 de março de 2018

Madrepaz têm novo single: "Bonanza"

2017 viu nascer o Pop Xamânico pela mão direita dos Madrepaz. Depois de um concerto singular de apresentação na sala dos geradores da Central Tejo – MAAT em Lisboa, os Madrepaz deram a conhecer o seu primeiro disco, “Panoramix”, aos quatro cantos de Portugal ­­com concertos vibrantes e participados numa tour que passou pela FNAC, Casa da Música do Porto, Musicbox Lisboa e Iberian Festival Awards, na última semana, apenas para destacar alguns. A vida de estrada e os 3 singles/ vídeos retirados do primeiro disco não foram indiferentes à critica que fez figurar Madrepaz nas listas de melhores do ano!

4 estações depois, os Madrepaz encetam um novo ciclo com “Bonanza”, tema-título do segundo disco a editar antes do final da primavera.
Filmado em Bucelas durante a tempestade Félix, o vídeo de "Bonanza" documenta o espírito dos Madrepaz em processo criativo, num dos seus retiros artísticos.


O caminho dos Madrepaz vai agora passar por testar as novas canções ao vivo, numa tournée (em actualização) pelo país e por Espanha. 

[Comunicado de imprensa]

AGENDA
24 Março Espaço d’Orfeu, Águeda
29 Março 7 Arte Café, Castro Verde
30 Março Popular Alvalade, Lisboa
21 Abril Espaço A, Freamunde
06 Julho Marbella, Espanha
14 Julho Festival Ecos do Lima, Ponte da Barca
19 Julho (…), Braga

18 de março de 2018

José Cid apresenta Clube dos Corações Solitários do Capitão Cid

Dia 7 de Abril, José Cid sobe ao palco do LISBOA AO VIVO, para apresentar o seu recente “Clube dos Corações Solitários do Capitão Cid”, acompanhado pela Big Band.


Os Capitão Fausto aos quais dedica o tema “A Banda do Capitão Fausto”, Tozé Brito, com quem canta o tema “João Gilberto e Astor Piazzolla" e Darko serão os convidados especiais desta noite, em que o músico e compositor apresenta, em Lisboa, o mais eclético dos seus álbuns.


Clube dos Corações Solitários do Capitão Cid reúne 16 canções díspares na poesia e construção melódica, mas que são peças de um puzzle, que se completa numa panóplia de sentimentos e lugares comuns. Lugares que José Cid recria em palco com temas que dedica a Natália Correia, com quem partilhou tantos e bons momentos, ao seu amor platónico por Marilyn Monroe ou aos Capitão Fausto.
E está claro que, neste dia especial não poderia faltar a homenagem aos Beatles com “The Fab 4” – uma nova versão do tema “Ode to the Beatles” do Quarteto 1111 (1970), cuja capa do álbum lhe faz devido jus. Capitão Cid, Camaleónico e controverso para ver, ouvir e dançar!

[Comunicado de imprensa]